Com as temperaturas batendo recordes, saiba o que fazer para preservar seu smartphone e evitar superaquecimento em dias quentes.
O verão brasileiro, com temperaturas que ultrapassam os 40°C em várias regiões, representa um risco silencioso para dispositivos móveis. O superaquecimento pode danificar componentes internos, reduzir a eficiência da bateria e, em casos graves, tornar o aparelho inutilizável. Mas com medidas simples, é possível proteger seu smartphone mesmo sob o sol escaldante.
Por que o calor é um inimigo dos eletrônicos?
Celulares e tablets são projetados para operar entre 0°C e 35°C. Quando expostos a temperaturas acima desse limite – como em carros fechados ou sob exposição direta ao sol –, componentes como baterias de lítio e processadores sofrem desgaste acelerado.
Segundo a Battery University, referência global em pesquisa sobre baterias, armazenar uma bateria de lítio a 40°C reduz sua capacidade em 35% após 1 ano, mesmo sem uso. Em casos de exposição prolongada (como deixar o celular no carro), essa perda pode chegar a 20% em apenas 3 meses.
Além disso, fabricantes como Apple e Samsung alertam em seus manuais que o superaquecimento pode deformar componentes internos, como placas-mãe e circuitos flexíveis, comprometendo a integridade do dispositivo.
Dados climáticos
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registrou, em 2023, temperaturas de 44°C em cidades como Petrolina (PE) e Corumbá (MS). Nessas condições, dispositivos deixados dentro de carros podem atingir temperaturas muito elevadas.
Um experimento da American Meteorological Society mostrou que, em dias com 35°C externos, o interior de um veículo fechado pode atingir 60°C em 1 hora. Portanto, é recomendável nunca deixar celulares ou outros eletrônicos no carro sob o sol.
Prevenção é a chave para evitar gastos
Reparos em dispositivos danificados pelo calor costumam ser caros, especialmente quando envolvem troca de bateria ou placa-mãe. De acordo com a Anatel, quase 25% das reclamações sobre dispositivos móveis em 2023 envolveram defeitos técnicos, muitos deles agravados pelo calor excessivo. O Procon-SP reforça que a exposição a altas temperaturas é uma das causas recorrentes de problemas como baterias inchadas, conforme divulgado em suas campanhas de conscientização.
Dicas práticas para proteção
Fuja de ambientes abafados
Nunca deixe o celular dentro do carro ou em sacolas fechadas sob o sol. Opte por locais ventilados e sombreados.
Controle o uso de apps intensivos
Jogos, streaming e GPS exigem mais do processador, elevando a temperatura interna. Faça pausas durante o uso prolongado.
Evite carregar em locais quentes
Carregar a bateria já eleva a temperatura do aparelho. Em ambientes quentes, isso pode levar a superaquecimento crítico.
Use acessórios de proteção
Capas com dissipação térmica e películas antirreflexo ajudam a reduzir o impacto do calor externo.
Cuidado com praias e piscinas
Além do sol, a umidade e areia podem corroer componentes internos. Se possível, não use o celular nesses ambientes.
Com as temperaturas batendo recordes, saiba o que fazer para preservar seu smartphone e evitar superaquecimento em dias quentes.
O verão brasileiro, com temperaturas que ultrapassam os 40°C em várias regiões, representa um risco silencioso para dispositivos móveis. O superaquecimento pode danificar componentes internos, reduzir a eficiência da bateria e, em casos graves, tornar o aparelho inutilizável. Mas com medidas simples, é possível proteger seu smartphone mesmo sob o sol escaldante.
Por que o calor é um inimigo dos eletrônicos?
Celulares e tablets são projetados para operar entre 0°C e 35°C. Quando expostos a temperaturas acima desse limite – como em carros fechados ou sob exposição direta ao sol –, componentes como baterias de lítio e processadores sofrem desgaste acelerado.
Segundo a Battery University, referência global em pesquisa sobre baterias, armazenar uma bateria de lítio a 40°C reduz sua capacidade em 35% após 1 ano, mesmo sem uso. Em casos de exposição prolongada (como deixar o celular no carro), essa perda pode chegar a 20% em apenas 3 meses.
Além disso, fabricantes como Apple e Samsung alertam em seus manuais que o superaquecimento pode deformar componentes internos, como placas-mãe e circuitos flexíveis, comprometendo a integridade do dispositivo.
Dados climáticos
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registrou, em 2023, temperaturas de 44°C em cidades como Petrolina (PE) e Corumbá (MS). Nessas condições, dispositivos deixados dentro de carros podem atingir temperaturas muito elevadas.
Um experimento da American Meteorological Society mostrou que, em dias com 35°C externos, o interior de um veículo fechado pode atingir 60°C em 1 hora. Portanto, é recomendável nunca deixar celulares ou outros eletrônicos no carro sob o sol.
Prevenção é a chave para evitar gastos
Reparos em dispositivos danificados pelo calor costumam ser caros, especialmente quando envolvem troca de bateria ou placa-mãe. De acordo com a Anatel, quase 25% das reclamações sobre dispositivos móveis em 2023 envolveram defeitos técnicos, muitos deles agravados pelo calor excessivo. O Procon-SP reforça que a exposição a altas temperaturas é uma das causas recorrentes de problemas como baterias inchadas, conforme divulgado em suas campanhas de conscientização.
Dicas práticas para proteção